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1. Porquê o Projecto ZERO?

Adiantamos, desde já, a razão do nome «Zero». Trata-se do tempo que se gasta na correcção de testes, se forem aproveitados recursos informáticos relativamente comuns. As novas tecnologias poderão, mais uma vez, alterar os hábitos em diversos domínios e promover a qualidade no e do trabalho.

Quem se movimenta em «terrenos pedagógicos» sabe o peso que os professores suportam por terem, tantas vezes, de corrigir massivamente um grande número de testes. Em consequência desta sobrecarga para o professor, existe alguma falta de tempo e de frescura psicológica para relações pedagógicas fundamentais. Os alunos, por seu turno, não nutrem grande simpatia por grandes atrasos na entrega de testes.

Por outro lado, a dificuldade na correcção de testes muitas vezes inibe o professor de detectar concepções prévias nos alunos, de fazer testes-diagnóstico, de elaborar sociometrias de turma ou de escola ou de avaliar formativamente os alunos em sucessivos momentos.

As correntes modernas de ensino apontam para o conhecimento por parte do professor do património cognitivo do aluno antes da aprendizagem formal. Também a avaliação formativa se tem evidenciando como fundamental. A maioria dos professores, porém, não consegue impregnar a sua prática pedagógica com estas tendências. Não será tanto falta de convicção mas falta de condições reais (por exemplo, falta de tempo).

A «ferramenta informática» que apresentamos pode minimizar muitas destas dificuldades e facilitar a implantação de tendências pedagógicas imprescindíveis.

Mas é talvez nos momentos de avaliação sumativa, ao nível dos ensinos básico, secundário e universitário, que este apoio técnico pode verdadeiramente aliviar o professor e libertá-lo para outras frentes pedagógicas (e tem-se aqui uma evidência para o paradoxal reforço dos aspectos mais humanos à custa de novas tecnologias!). Não podendo ser exclusiva (e não comprometendo, por isso, a avaliação diferenciada), a avaliação por testes de múltipla escolha, intercalada e/ou combinada com esquemas de avaliação tradicional, pode ser factor de promoção real da qualidade pedagógica.

Foi recolhido um conjunto vasto de bibliografia que apoia a validade dos testes de múltipla escolha na avaliação dos alunos e fornece algumas técnicas para a concepção destes testes, tanto específicas de cada disciplina como globais.

Em certas áreas disciplinares mais do que noutras, e sem carácter de exclusividade, os testes de múltipla escolha são, de facto, uma mais valia pedagógica.

Finalmente, o programa pode também ser uma grande ajuda para a leitura de inquéritos em grande número e o respectivo tratamento, desde que tais inquéritos possam ser elaborados com esquemas simples de múltipla escolha.

 
 
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